Kit completo

SERUMBOX - KIT COMPLETO 8 FRASCOS

Tratamento Celulite – Rafaela Duarte – São Paulo

Tratamento Acnes e Espinhas – Paula Alves – Fortaleza

Tratamento Rugas e Olheiras – Ana Maria – Recife

Tratamento Bigode Chinês – Márcia Siqueira – Rio de Janeiro

Tratamento Flacidez no Pescoço – Fátima Oliveira – São Paulo

Tratamento Estrias – Jéssica Fonseca – Porto Alegre

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Como Parecer Mais Inteligente

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Ele retirou seus óculos, apertou enter e fechou seu computador.

Após 10 meses de estudo ele conseguiu publicar sua pesquisa.

Esse era o nome do seu artigo científico (em inglês):

↪︎ “Consequences of Erudite Vernacular Utilized Irrespective of Necessity : Problems with Using Long Words Needlessly.”

Espera um pouco… O QUÊ???

Traduz aí Henrique… me ajuda.

Vamos lá:

↪︎ “Consequências do Erudito Vernacular Utilizado Independentemente da Necessidade: Problemas no Uso de Palavras Longas Desnecessariamente”.

Ainda não entendi, Henrique…

O que você está querendo me dizer?

Em simples português:

Evite palavras longas.

Esse é um estudo sério (de nome real) feito pelo psicólogo Daniel Oppenheimer da universidade de Princeton.

Neste conteúdo, eu vou te mostrar como você pode usar um método comprovado e parecer mais inteligente ao escrever.

Fique tranquilo. Você não vai precisar caçar palavras rebuscadas ou pesquisar artigos científicos internacionais para isso…

Pelo contrário, você verá em alguns minutos que esse caminho é mais perigoso do que se parece.

Continue lendo…

A escrita “culta” não faz você parecer culto

O estudo de Oppenheimer é muito simples:

Pesquisadores encontraram duas traduções diferentes da mesma passagem do matemático e filósofo francês René Descartes.

Ambas as traduções foram escritas na década de 90, mas variam muito em seu grau de complexidade linguística.

Tradução #1:

Agora (depois de notar o que deve ser feito ou evitado para chegar a um conhecimento da verdade) minha tarefa principal é esforçar-me para emergir do estado de dúvida em que eu passei esses últimos dias para ver se nada de certo pode ser conhecido em relação às coisas materiais.

Tradução #2:

Nada parece ser mais urgente (depois de ter notado o que deveria ser advertido e o que deveria ser feito para alcançar a verdade) do que eu poderia tentar emergir das dúvidas para as quais eu passei nos dias anteriores e que eu poderia ver se algo certo relativo às coisas materiais poderia ser conhecido.

O painel de especialistas considerou a segunda passagem bem mais complexado que a primeira.

Eu concordo.

Depois de ler um dos trechos, os participantes do estudo avaliaram a inteligência do autor da passagem.

Aqueles que leram a primeira tradução, mais fácil de entender, acharam o autor mais inteligente do que aqueles que estudaram o trecho mais complexo.

Mesmo quando era dito antes para os participantes que a tradução #2 era de Descartes, a opinião sobre a inteligência não mudou.

Logo, a reputação de Descartes, um dos principais pensadores da filosofia ocidental, foi ignorada.

Isso significa que uma tradução desajeitada (usando palavras mais complexas) tirou alguns pontos de QI do famoso filósofo e matemático.

Como Oppenheimer e sua equipe descrevem suas descobertas em diversos textos, eles descobriram “uma correlação negativa entre a complexidade e a inteligência julgada.”

Ou seja, quanto mais fácil é para os leitores entenderem seu texto, mais inteligente você parece.

Lembre-se:

A complexidade é inimiga da inteligência.

Por outro lado, quanto mais você faz seus leitores lutarem para entender um texto, menos inteligente você parece.

Sabe… existe um conceito estrangeiro chamado de KISS.

Keep It Simple, Stupid. (Mantenha simples, estúpido).

Para nós escritores, a dura realidade é a seguinte:

Se você dificultar a leitura de um texto, seus leitores vão pensar que o estúpido é você. (Mantenha simples, estúpido)

Neurobiologia

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Você pode usar a neurobiologia para destravar o poder da sua escrita.

Nesse conteúdo, eu vou te apresentar 3 sistemas biológicos garantidos que te farão escrever melhor.

Fique tranquilo. Essa não é nenhuma teoria que tirei do meu chapéu…

… mas sim a ciência que estuda comportamentos humanos, da mente e do corpo.

Ao final da leitura, você estará preparado para usar os 3 pilares de uma escrita que provoca:

  • Sensações (já já te explico como…)
  • Retira qualquer dúvida ou confusão
  • Encanta sua audiência.

Continue lendo.

Os 3 sistemas biológicos

Eu vou descomplicar toda a ciência desses três sistemas para você receber um método rápido de fácil execução.

Os três sistemas que vou te apresentar são:

  1. Sistemas sensoriais.
  2. Sistemas racionais.
  3. Sistemas emocionais.

Não se engane pela simplicidade. Afinal:

“A simplicidade é o último grau de sofisticação.” – Leonardo da Vinci.

1) Sistemas sensoriais

Na aula de biologia aprendemos os 5 sentidos sensoriais:

  1. Visão
  2. Olfato
  3. Paladar
  4. Audição
  5. Tato

Sim, todos eles estão presentes na escrita, apesar de usarmos a visão como o sentido primário na hora de ler.

Isso ocorre porque esses sistemas sensoriais são ativados quando pensamossobre “ver”, “cheirar”, “comer”, “ouvir” e “tocar”.

Logo, perceba a diferença dos 2 trechos a seguir:

Trecho 1:

Ela disse que estava quente lá fora.

Trecho 2:

O calor evaporou do pavimento. Ela enxugou a testa suada e tentou não engasgar com o cheiro de lixo podre nas calçadas.

O trecho 2 é mais detalhado. Mais vívido. Mais fácil de imaginar.

Isso acontece porque ele usa bem alguns sentidos sensoriais.

  • Visão: “O calor evaporou do pavimento”
  • Tato: “Ela enxugou a testa suada”
  • Paladar: “e tentou não engasgar”
  • Olfato: “com o cheiro de lixo podre nas calçadas”

Você não precisa usar todos os 5 sentidos sensoriais em cada sentença do seu texto. (nesse caso a audição foi deixada para escanteio)

Porém, quando você quer desenhar na mente da sua audiência uma vivência (experiência) no seu texto, faça uso de alguns sentidos sensoriais.

Seu texto ficará mais forte, poderoso e atraente.

2) Sistemas racionais

Os sistemas racionais incluem o córtex pré-frontal e outras regiões do cérebro que lidam com:

  • Linguagem
  • Símbolos
  • Abstrações.

Nós acreditamos que nosso sistema de raciocínio é quem toma nossas decisões e comportamentos.

Mas a mente racional nem sempre é racional.

Estudos de economia comportamental já mostraram que usamos 2 categorias de sistemas:

  1. Sistema rápido e intuitivo.
  2. Sistema lento e analítico.

Ao fazer uma conta como “38 × 26 = ?” nosso cérebro trabalha no sistema 2: lento e analítico.

Agora, se você estiver perdido no meio da floresta e um tigre aparecer com seus dentes para fora rugindo…

… não tenha dúvidas que você usará o sistema 1: rápido e intuitivo.

Como você pode usar o sistema racional em seus textos?

Faça uso de:

  1. Dados
  2. Estatísticas
  3. Provas
  4. Estudos científicos
  5. Citações

Uma citação famosa em marketing diz que:

“As pessoas compram pela emoção e justificam pela razão”.

Logo, um texto recheado apenas de emoções e histórias pode funcionar bem para pessoas mais intuitivas e emotivas.

Mas essa é apenas uma parte da equação…

Pessoas analíticas e de pensamento mais lógico amam dados, referências, estatísticas, provas e citações para validar a origem de um conhecimento.

Portanto, use os 5 elementos acima para comprovar seus argumentos e tornar sua escrita (e você) mais confiável.

3) Sistemas emocionais

Os sistemas emocionais usam partes mais antigas do cérebro, incluindo os sistemas límbicos.

Olhando a evolução do homem, algumas emoções são bem profundas.

Quando perguntadas sobre “O que descreve um local seguro, tranquilo e próspero?”, as pessoas respondem:

Um gramado verde com um vasto rio correndo limpo.

Agora… quando perguntadas sobre “O que descreve um local perigoso, traiçoeiro e infértil?”, as pessoas respondem:

Um deserto.

Exatamente assim as civilizações cresceram e prosperaram em busca de terrenos ao redor de rios evitando desertos ou até mesmo montanhas.

O sistema límbico e as emoções

Dentre os diversos componentes do sistema límbico, como:

  • Amídala
  • Hipocampo
  • Tálamo
  • Hipotálamo
  • Giro cingulado
  • Tronco cerebral
  • Área tegmental ventral
  • Septo
  • Área pré-frontal

Focaremos apenas na Amídala, no Hipotálamo e na Área tegmental ventral.

Fique aqui comigo para essa breve explicação dos 3 sistemas límbicos essenciais.

1. Amídala: É o centro identificador de perigo, gerando medo e ansiedade e colocando o animal em situação de alerta, aprontando-se para fugir ou lutar.

2. Hipotálamo: Emoções envolvidas com o prazer e a raiva, assim como à aversão e a tendência ao riso (gargalhada) incontrolável. Estimulada com feedbacks negativos, a ansiedade pode gerar um estado de pânico.

3. Área tegmental ventral: Onde há liberação de Dopamina (produção de sensações de prazer, inclusive, sexuais). Aqui é onde a compulsão ganhar força.

Agora… talvez você pergunte: “interessante você mencionar a biologia, Henrique… mas como isso pode me ajudar?”

Pense nas suas séries favoritas. (no meu caso, seria Game of ThronesWestworldBreaking Bad).

Agora lembre-se do primeiro episódio delas.

Você consegue ver os seguintes elementos em seus roteiros?

  • Medo
  • Ansiedade
  • Instinto de “fugir ou lutar”
  • Prazer
  • Raiva
  • Riso incontrolável
  • Compulsão

Eu aposto que sim.

Afinal, o sistema límbico é campeão para prender nossa atenção.

Ele retoma os perigos (e prazeres) que nossos ancestrais passaram para evoluírem a espécie humana.

São emoções com raízes profundas em nossa mente.

Logo, são usadas (e abusadas) em qualquer série de sucesso.

Elas funcionam porque, afinal, todos somos humanos.

Escrever bem é uma arte. E também um método com estruturas e regras definidas.

Como escritores, devemos entender que nossas palavras e imagens promovem reações emocionais que podem afetar como o leitor encara um tema.

Quando você quiser prender a atenção da sua audiência, ative os 3 sistemas:

  1. Sensorial
  2. Racional
  3. Emocional

Use a capacidade máxima que o cérebro humano permite ser educado, entretido e emocionado.

3 Perguntas Que Você Precisa Fazer Antes de Escrever

Você os encontra em qualquer lugar:

  • Livros esquecidos na prateleira…
  • Palestras que geram mais sono do que aplausos…
  • Filmes sem pé nem cabeça
  • Podcasts que ocupam espaço no celular, mas você nunca escuta…
  • Artigos em blog que passam despercebidos como navios no nevoeiro…

Esses fracassos podem (e devem) ser evitados se você fizer apenas 3 perguntas “mágicas”.

Essas perguntas devem ser feitas ANTES de você escrever qualquer tipo de conteúdo.

Como escrevi, pode ser um livro, uma palestra, um filme, um podcast ou até mesmo um artigo (ou email como esse)…

Ao longo desse conteúdo, vou te apresentar as 3 perguntas que você deve fazer antes de escrever, assim como uma direção para encontrar uma melhor resposta.

Continue lendo…

As 3 perguntas “mágicas” que evitam o fracasso total do seu texto

Não se assuste com a simplicidade dessas perguntas.

Toda vez que falamos “ah, eu já sei” é o modo piloto automático entrando em ação sobre um tema.

Logo, o que vou compartilhar a seguir é muito fácil de aprender, assim como de aplicar.

Essas são as 3 perguntas mágicas que você deve fazer antes de escrever:

Pergunta #1: Quantidade de Temas

Quantos temas você irá abordar em seu conteúdo?

Ou… Você abordará apenas um assunto ou uma variedade de tópicos?

Chamamos isso de “Conteúdo Horizontal”.

Se você aborda 5 temas dentro de um conteúdo, você tem 5 casas na horizontal de uma rua, uma do lado da outra.

Cada casa é um tema.

Portanto, quanto mais casas você construir, mais temas você irá abordar.

Essa é uma pergunta importante, pois quanto mais casas você construir, mais trabalho você terá para aumentar o número de andares delas (Conteúdo Vertical).

Ou seja, quanto mais temas você explorar, mais difícil se torna mergulhar profundo em cada um deles.

Afinal, sua audiência possui uma memória limitada para lembrar de tudo o que você falou…

… e é impaciente quando você aparece com uma bíblia de 1.000 palavras sobre vários temas profundos.

Logo, o quanto horizontal você deseja explorar seu conteúdo é uma pergunta fundamental.

Na dúvida, lembre-se da regra de ouro:

“As pessoas tendem a lembrar apenas de 3–5 tópicos”.

Depois disso, ela categoriza como “muitos” e sua memória tem dificuldade em armazenar essa informação.

Um exemplo de conteúdo horizontal é o livro: “Astrofísica para pessoas com pressa” — Neil deGrasse Tyson.

A intenção dele não é mergulhar fundo nesse tema.

Entretanto, seu desejo é explorar o máximo de tópicos para que a audiência saiba o básico sobre astrofísica.

Pergunta #2: Profundidade dos Temas

O quão profundo você irá abordar os temas?

Ou… Você deve mergulhar profundo nos detalhes? Quantos são necessários?

Biografias são trabalhos que exploram a vida inteira de uma ilustre pessoa para o leitor.

Assim foi com a biografia de Steve Jobs por Walter Isaacson.

Porém, você não encontra esse tipo de profundidade apenas em biografias.

Quando você escolhe um tema específico para explicar, você tem liberdade de mergulhar bem fundo.

Um exemplo: Qual é o melhor mouse ergonômico vertical disponível no mercado?

Perceba que uma audiência que deseja saber mais sobre mouses pode ser considerada beeem específica.

Agora… mouses ergonômicos? E ainda verticais?

O segmento é do tamanho de um grão de areia em uma praia extensa.

Logo, os leitores que procuram esse tema querem informações precisas e detalhadas.

Imagino que eles desejam saber:

  • Quais são as marcas que vendem esse tipo específico de mouse?
  • Existe alguma marca brasileira vendendo mouses assim?
  • Qual é a faixa de preço deles?
  • Como é o uso após 3 meses para quem sofre de LER (lesão de esforço repetitivo)?
  • É fácil se adaptar em apenas alguns dias?
  • Qual é a principal diferença entre um mouse “normal” e um “vertical” (além da posição dos botões)?
  • Qual mouse tem o melhor custo benefício?
  • Qual é o mouse com mais eficácia em combater a LER?

E por aí vai…

Ao contrário, se eu falo de tecnologia de modo geral, eu não posso me aprofundar tanto como no exemplo do mouse…

Uma vida inteira seria insuficiente para abordar esse enorme tema em detalhes.

Logo, ao pensar sobre seu conteúdo, lembre-se dessa ideia:

Imagine uma rua onde você irá construir casas.

  • Quantas casas você deseja construir (Conteúdo Horizontal)? Mais temas você terá…
  • Quantos andares você irá levantar em cada casa (Conteúdo Vertical)? Mais profundidade você terá…

Além dessas duas perguntas, você ainda precisa responder uma terceira…

Pergunta #3: Nível de Consciência da Audiência sobre os Temas

Qual é o nível de consciência da sua audiência sobre os temas?

Ou… O quanto sua audiência já sabe sobre um tópico?

Dessa maneira você pode identificar dois tipos de leitores:

  1. Leitor cuidadoso
  2. Leitor casual.

O leitor cuidadoso se importa com detalhes.

Ele quer mergulhar fundo no assunto e saber o máximo sobre aquele tema que desperta sua curiosidade.

Já o leitor causal não se importa com detalhes.

Seu objetivo é saber o básico sobre um tema apenas para compartilhar uma curiosidade com amigos.

Quando sua audiência já sabe muito sobre um tema, ela aposta todas as fichas que você conseguirá surpreender ela.

Isso acontece com filmes sobre super-heróis com fãs fanáticos.

Eles já sabem tanto da história que esperam uma grande surpresa no próximo filme.

Trazendo o assunto para a área de marketing digital, o mesmo pode ser observado em grupos experientes.

Se eu falar com eles sobre:

  • O que é uma lead?
  • Como fazer uma landing page?
  • Como criar uma sequência de emails?
  • Como fazer um lançamento com quatro vídeos?
  • O que é um funil de aquisição?

Logo eles viram os olhos e procuram escapar dessa conversa.

Afinal, são temas que correm livres no sangue deles.

Do outro lado, iniciantes podem ter dificuldades em saber a resposta para todas as perguntas acima.

Você precisa ter empatia por sua audiência e saber o que ela já sabe e o que não tem conhecimento.

A resposta não é uma fórmula matemática, mas é simples.

Quanto mais tempo você passa perto da sua audiência: respondendo dúvidas, lendo comentários, criando conteúdos…

… mais profundo é seu conhecimento sobre ela.

Em resumo:

  • Para uma audiência mais definida, segmentada e com uma boa base de conhecimento sobre seu tema, mais profundo você pode abordar seus tópicos.
  • Para uma audiência mais ampla, em massa e com uma base incompleta de informações básicas sobre seu tema, mais horizontal (mais assuntos) você pode cobrir.
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